DIAS DA DANÇA 2019*

Dom
28 abr19
Auditório da Fundação de Serralves,
Porto, 17:00
Dom
05 mai19
Auditório da Fundação de Serralves,
Porto, 17:00
Dom
05 mai19
Auditório da Fundação de Serralves,
Porto, 19:00
07 mai19
Auditório da Fundação de Serralves,
Porto, 22:00

Sinopse do Espetáculo

FESTIVAL DIAS DA DANÇA 2019

 

AVALANCHE DE MARCO D’AGOSTIN

28 ABRIL

Conceção, coreografia:  Marco D’Agostin
Performers: por Marco D’Agostin e Teresa Silva

A poética de Marco d’Agostin é fluida, dinâmica, sempre adaptativa. As suas peças inspiram-se em atlas, M.P.Shiel, em criaturas extintas e na iconografia dos vídeos do Youtube. 
Em Avalanche, os dois seres humanos protagonistas estão a ser vistos pelo olho de um Ciclope como poeiras antigas, preservadas num bloco gelo. São dois atlas caminhando na madrugada de um novo planeta sob o peso de uma melancolia milenar. Os vestígios de tudo o que não pôde permanecer atuam como forças invisíveis sobre aquilo que sobreviveu e é agora reconvocado como uma regra, uma coleção, uma lista de possibilidades. 
A dança vive numa tensão constante em direção ao infinito da enumeração, buscando desesperadamente um desfecho.
De olhos semicerrados, como para protegerem a visão da luz ofuscante de uma cor nunca vista, agarram o assomo de uma última possibilidade: uma terra de areia e sementes na qual uma outra pessoa irá aprender de novo a deslocar-se depois de o último vestígio ser destruído.

Marco D'Agostin é um performer e coreógrafo ativo nas áreas de teatro, dança e cinema. Foi bailarino de Yasmeen Godder, Nigel Charnock, Emio Greco/Accademia Mobile, André Gingras, Simona Bertozzi, Sharon Friedman, Jorge Crecis, Rachel Krische, Guillermo Weickert, entre outros. Desenvolve o seu próprio trabalho coreográfico desde 2010.

 

 

ACORDO DE ALICE RIPOLL / CIA. REC

05 maio

"aCORdo” surgiu quando Alice Ripoll foi convidada para participar com uma criação inédita, feita para ser encenada numa sala da ocupação "Que Legado”, realizada no Castelinho do Flamengo, no Rio de Janeiro, de março a abril de 2017. O trabalho deveria dialogar com a questõa do que teria ficado como legado para a cidade após os grandes eventos que supostamente trariam melhorias para a vida dos cariocas: a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Sem responder literalmente à pergunta, a artista propõe pensar a cidade na posição dos intérpretes com quem trabalha há oito anos. Eles são negros e moram numa favela carioca.
Alice Ripoll é coreógrafa, intérprete e diretora de movimento para peças teatrais. 
É diretora da Cia REC de dança, com a qual realizou os espetáculos "Cornaca” (2009), "Katana” (coprodução Festival Panorama 2012), "Bô” (2015), "Pé de vento cabeça no chão” (coprodução Festival Panorama 2015), e a performance "aCORdo” (2017). Em 2014, dirigiu os espetáculos "Suave” e "O princípio da casa dos pombos”.  É diretora de movimento do grupo teatral Foguetes Maravilha.

 

 

COMPANHIA DE JOÃO DOS SANTOS MARTINS

05 maio

Em colaboração com: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, Sabine Macher
Coreografia e Performance: Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins, Sabine Macher
 
Companhia marca o reencontro de João dos Santos Martins com a equipa de Projeto Continuado (2015), dando continuidade aos processos de colaboração e investigação então iniciados e marcados por relações de afeto e labor. Companhia investe esteticamente na ideia de dança enquanto trabalho, utilizando, para isso, casos de estudo que examinam, por exemplo, a sistematização do movimento operário na relação estabelecida com as máquinas, de onde surge um conceito de coreografia enquanto tecnologia ou prótese. Em paralelo, reflete-se sobre como determinadas estéticas de dança, de ambições libertárias e democráticas, estão implicadas na redução dos pontos de tensão do corpo, implementando técnicas de eficácia na concretização do movimento, utilização energética e redução de esforço como alternativa ao modernismo rígido e ideologicamente "exterior” ao corpo.
João dos Santos Martins estudou dança e coreografia em várias instituições na Europa entre 2007 e 2011, incluindo a P.A.RT.S. e e.x.er.c.e. Trabalha como coreógrafo e bailarino desde 2008, articulando a sua prática em diversas colaborações expressas em peças como Le Sacre du Printemps (2013) com Min Kyoung Lee, Autointitulado, 2015, com Cyriaque Villemaux e Antropocenas, 2017, com Rita Natálio. João colaborou também em espetáculos do Teatro Praga, fez uma adaptação do solo Conquest (2011) de Deborah Hay produzido pela Fundação de Serralves. A sua peça Projecto Continuado (2015) recebeu o prémio da Sociedade Portuguesa de Autores para Coreografia em 2016.

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