Sinopse do Espetáculo
São, de forma semelhante, um só com os seus instrumentos: do profundamente comovente ao desafiadoramente alto, do rapidamente ágil ao acentuado de tirar o fôlego - certamente da improvisação livre e contemporânea ao free jazz. Diferentes gerações com diferentes histórias - de Nova Iorque, Viena, Londres e São Paulo - respiram fundo para iniciarem juntos uma viagem musical.
Joe McPhee, no saxofone e com uma voz cheia de paixão, pertence à geração de renome internacional do free jazz. Susanna Gartmayer, clarinetista baixo com uma expressão sonora única, é ativa no rock experimental, na improvisação livre e na música contemporânea. John Edwards, profundamente enraizado no free jazz criativo e na improvisação livre, é um dos baixistas mais requisitados, tocando com paixão e grande variedade de expressões. Mariá Protugal, na bateria, entusiasma desde há alguns anos a comunidade internacional de jazz e improvisação com uma percussão e uma voz enérgicas e vivas.
Joe McPhee cresceu em Nova Iorque, é um multi-instrumentista e toca desde o final dos anos 60 no mundo da música criativa e do free jazz. O seu toque é enérgico, exigente e de uma sensibilidade de cortar a respiração - ainda com mais de 80 anos! Aprendeu a tocar trompete em criança e - inspirado por John Coltrane, Albert Ayler e Ornette Colemann - aprendeu sozinho o saxofone aos trinta anos. A primeira gravação de McPhee foi com Clifford Thornton em 1967, no álbum “Freedom and Unity”. Tornou-se conhecido na Europa em meados dos anos 70 e desde os anos 90 que também toca com uma geração mais jovem de Chicago e Nova Iorque. Tocou/toca regularmente, por exemplo, com Ken Vandermark, Peter Brötzmann, Evan Parker, Mats Gustafsson, Dominic Duval, Jay Rosen, Jeb Bishop, The Thing, Clifton Hyde, Jérôme Bourdellon, Raymond Boni, Joe Giardullo.
Susanna Gartmayer cresceu em Viena e começou por tocar saxofone. Após os seus estudos em belas artes, mudou para clarinete baixo. É ativa enquanto compositora, solista e toca em muitos conjuntos e grupos; do rock experimental à improvisação livre e à música contemporânea. Na última década tornou-se uma das mais importantes instrumentistas de clarinete baixo na Áustria. Em duo com o contrabaixista Manu Mayr, tocou no concerto de abertura do 40. Jazzfestival em Saalfelden em 2019. Integra a "The Vegetable Orchestra", que faz digressões por todo o mundo e toca regularmente, por exemplo, com Stefan Schneider, Thomas Berghammer, Didi Kern, Christof Kurzmann, Alex Kranabitter, Mona Matbou-Riahi, Jakob Gnigler e Brigitta Bödenauer.Juntamente com Thomas Berghammer e Didi Kern, organiza e faz a curadoria do evento semanal “Monday Improvisers Session” em Viena.
John Edwards cresceu em Londres e começou a fazer experiências com o baixo antes de passar a tocar contrabaixo nos seus vinte anos. Está profundamente enraizado no género criativo do free jazz e da improvisação. Desde os anos 80, tem estado ativo como solista e em muitos grupos e conjuntos na Europa, tendo-se tornado um dos baixistas mais reconhecidos. Tocou/toca regularmente, por exemplo, com Peter Brötzmann, Joe Mc Phee, Phil Minton, Maggie Nichols, Evan Parker, Roscoe Michtell, Louis Moholo-Moholo, Mark Sanders, Caroline Kraabel, John Butcher, Pat Thomas, Irène Schweizer, Hans Koch, Florian Stoffner, Gabriele Mitelli, John Dikeman.
Mariá Portugal cresceu em São Paulo, Brasil, e é desde os 16 anos uma música ativa, fazendo digressões na América do Sul, Europa, Ásia e Oceânia e estando presente em festivais internacionais de jazz e improvisação. É baterista e cantora e também compõe para bandas sonoras de dança, teatro e cinema. Em 2020 foi convidada para uma residência no Festival Moers na Colónia e vive desde então na Alemanha. No entanto, após 28 anos, continua profundamente ligada à sua comunidade musical brasileira. Ela toca com o grupo instrumental Quartabê e com músicos como Arrigo Barnabé, Elza Soares, Metá Metá, Maria Beraldo, Maggie Nicols, Charlotte Hug, Angelika Niescier, Gerald Cleaver, Ute Wasserman, Joëlle Leandre, Billy Martin, Burkhard Beins, Emilio Gordoa, Fred Frith, Jasper van't Hof e Paul van Kemenade. Portugal é também curadora das Soundtrips-NRW para a cidade de Duisburg.
Abertura de Portas
20:30
PREÇOS
Entrada | 15€